quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Tempo de Brincar (cortejando o fetiche Age Play)

Beatriz deixa num canto sua idade cronológica. 
Ela entra uma nova lógica,
é o fetiche do Age Play a nortear. 

Agora, é a lógica da menina, mais precisamente da Bia, a moleca. 
Menina sapeca, sem muitos modos e que não faz nenhuma questão de tê-los, pois seu prazer está na espontaneidade, é ser ela mesma. 

Um clima diferente foi criado com a pessoa certa, 
com aquele teve o Dom de compreender e acolher o fetiche da mulher. 

Assim, de mansinho, a mulher começa a dar o lugar a moleca,  
que sem medo se expõe.

Antes disso, porém, palavras, conversas, diálogos, 
a mulher, Beatriz, propõe.

Após negociação, finalmente a moleca chega.
E na primeira oportunidade, a Bia tira suas sandália e várias vezes bocejou, em uma reunião chata de adultos, cheia de seriedade.


A moleca faz o que a diverte, o que a faz rir.  Ela quer estar bem à vontade. 

Em ocasião propícia, Moleca se entrega ao colo do Daddy, 
"Wow, I´m felling now so good!  I´m so happy!"

Enquanto o Daddy, nina a moleca, 
a observa cuidadosamente e
mostra novas formas de sentir prazer, enfim, a ensina. 

Folguedos, 
pedido inusitado ao sério Daddy surge:

"posso morder de leve sua bochecha?"
Com voz austera e carinhosa o Papai permite. 

Mais uma doce travessura,
É uma mulher menina moleca acredite!
Papai e moleca descansam por algumas horas. 
Cai a noite. 

Novo dia, manhã ensolarada,
a moleca acorda inspirada. 
Dança, fica a rebolar e provocar seu Daddy, 
enquanto isso, responde diz: "moleca, você não deve!".
Porém, não adianta, a alma naquela cena é de menina. 
Moleca apronta só mais um pouquinho e as palmadas surgem que nada têm de mansinho!
Daddy sorri e dá palmadas prazerosas  diante da provocação. 

Os minutos passam, horas rapidamente se vão,
a hora da menina moleca ir embora chegou!

Vai embora a Bia toda alegre, fazendo biquinho com um olhar manhoso ao Papai que a adotou.
Vai, menina moleca, saudando o novo dia,
voltando ao cotidiano, na Beatriz a moleca se aconchega, esperando um novo momento para se apresentar, mas apenas quando o desejo for intenso e o Daddy autorizar. 


"My heart belongs to my Daddy, 
Dad, dad, dad, Daddy..."
(Marilyn Moonroe)