domingo, 10 de fevereiro de 2013

A procura de um submisso na capital do RJ - Desabafo

Estou a procura de um homem submisso, solteiro ou divorciado, que more na capital do Rio de Janeiro, para encontros ocasionais, sempre dentro do contexto SSC.
Quem se interessar, dê uma olhada no meu perfil, onde poderá saber sobre as práticas que eu gosto, e mande mensagem.

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Foi mais ou menos isso o que coloquei em dois grupos de uma rede social fetichista e num blog de uma amiga daqui do face. Recebi algumas mensagens, gostei de ter "reencontrado" no virtual algumas pessoas. Mas vejo que há muito homens, não digo que são todos, que simplesmente projetam uma pessoa que não sou eu, que querem alguém para realizar seus fetiches sem ao menos buscar saber quem eu realmente sou.

Eu faço o movimento contrário a isso. Embora tenha meus desejos, feitches, eu faço questão de conhecer a pessoa, de saber se há afinidade ou não. Gosto de observar o seu grau de interesse, se haverá trocas de mensagens e, dessa forma, poder verificar se a "conversa flui".

Trago aqui um exemplo do que eu não curto e que percebo com MUITA frequência nas redes sociais em que estou inserida:

Certa vez, em um grupo daqui de Podolatria, estive conversando com uma menina sobre tudo isso mencionei até agora. Tanto eu quanto ela discordamos quanto ao caminho percorrido na podolatria. Admiraçao, tesão pelos pés, eu entendo. Mas vc não buscar conhecer a Dona daqueles pés? É estranho para mim. É estranha essa lógica que a pessoa "adora seus pés", porém não sabe nada a seu respeito. Uma adoração em que vc é uma parte, você é simplesmente um pé e ponto final!

Não há uma disponibilidade de se conhecer a pessoa em sua integralidade.

NÃO! EU ME RECUSO A ISSO! Por mais que eu goste de ter meus pés beijados, massageados...eu sei que isso numa festa é dificil de acontecer de conhecer a pessoa, mas fora dela, numa rede social, pq as pessoas não podem se dispor a conhecer o outro?

Pode ser que esteja sendo antiquada, alguém que parou em algum lugar do século XIX ou na primeira metade do século XX ou sendo romântica, o que sei que é muito estranho alguém "adorar seus pés sem te conhecer".

Essa mesma linha de pensamento vale em relaçao a minha procura por um submisso. Sei muito bem como me sinto, quando estou fazendo uma simples cena com alguém que eu conheço e tenho certa intimidade e quando estou com alguém que conheço muito pouco numa festa. Não é e nunca será a mesma coisa.

Será que estou "chovendo no molhado" ao falar tudo isso?

Considero que o fetiche é uma parte da pessoa e não o todo. Certo dia, uma pessoa conhecida me falou: "o fetiche é um tempero, mas nós não comemos APENAS o tempero!". Eu vejo dessa forma, quero conhecer e quero que a pessoa me conheça. Não quero ser dona da verdade. Cada um tem seu ponto de vista. Sei que fazer esse movimento requer disponibilidade, tempo e paciência. É uma construçao que gera confiança, intimidade, amizade.

Eu pergunto: quer coisa mais bacana que vc conversar com uma pessoa, ainda que seja pela net, que te pergunta "como vc está?' - não pq seja algo de praxe, mas porque simplesmente ela se preocupa com seu bem estar? Quer coisa mais legal que vc trocar mensagem com uma pessoa, em que vc pode falar do seu cotidiano, compartilhar alguma alegria ou até alguma preocupaçao e essa pessoa corresponder ao que vc verbaliza? Isso se constrói e não tem preço!

Talvez, alguém que por acaso leia tudo isso diga: "ah, vc quer um relacionamento (leia-se namoro)". Eu digo: eu quero conhecer pessoas, eu quero fazer amizades, boas e saudaveis parcerias! Se por acaso um namoro surgir, por que iria recusar, se há uma troca tão boa com alguém que vê em mim muito mais do que um pé ou uma executora de um fetiche?

Tesão é bom, delicioso não ouso negá-lo, mas ele é tão efêmero. Valorizo e vou primar sempre pelas pessoas, pelo humano.

Quem tem sensibilidade e olhos para ler, que leia!

Que alguém neste mundo me entenda.

Sendo assim, com o coraçao tranquilo, digo que NÃO procuro mais submissos.
Obrigada pela atençao e aos que mandaram mensagens para mim.
Desejo sorte a todos.

Aviso a todos que o procuro é muito mais do que submissos, procuro PESSOAS (CARNE-OSSO-ALMA) QUE POSSUAM PENSAMENTOS CONVERGENTES AO MEU.

Desejo sorte a todos.

Um abraço de ursa parda!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

o DOM de conquistar

Certo dia, fiquei pensando na submissão.
Começo a considerar que, na realidade, não escolho, sou escolhida.
Nessa lógica de pensamento, eu também escolhi.

Um DOM, um amigo.

Os olhos se encontraram naquele ambiente festivo e a simpatia foi quase imediata.

GIFT!

Teve o DOM de me encantar com seu olhar e jeito tranquilo, sem rudez. Um Lord.
Assim, me senti à vontade e uma sensação intrigante de que eu o conhecia.

Da onde? 

Sei lá!

Só sei que dele gostei!
Sinto admiração, respeito e carinho.

Se tivesse um dia em que a submissão me enlaçasse por completo, escolheria este DOM, por ter uma maneira única de encantar.

Mas hein?! Hã?!

Hummm....

Submissão a parte,
viva a nossa amizade,
que é um gift!

Beijos luxuriantes, lascivos e nada respeitosos em você,

DOMINUS!