segunda-feira, 30 de julho de 2012

A paquerada com mesoclise e a onomatopéia

Você manda uma letra bacana (ou na cara de pau - como queira):
"Tratar-te-ei com todo carinho e atenção" . 
Pow, uma frase com mesóclise nos dias atuais é supimpa, voces não acham?! 
 Contudo, a resposta foi uma onomatopéia do grilo:
"gric, gric, gric" - silêncio Putzzzzzz.......
agora eu pergunto:
"Pode isso, Arnaldo?!"
Ninguém merece!
É, leoa, tenha paciência.
Haja paciência!
Dias melhores virão!
Tem que vir!

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Domina e Vassalo - Cotidiano amoroso

Entrando na suíte, no início de mais uma noite, em face ao pedido do companheiro, Domina fala rispidamente:
-O que você quer?
-Acha que estaria no meu nível?
-Não! Você é meu serviçal, meu vassalo!
-Aos meus pés agora! - ela ordena.
Submisso que é ele simplesmente se cala e se ajoelha aos pés da Domina.
Ela o observa, um sentimento de prazer a invade de ter sua ordem obedecida.
Ela adora ver suas ordens satisfeitas não importam quais sejam. O que lhe importa é sentir prazer em dominar.
De joelhos, ele fitou os olhos dela, admirando sua figura e o misto de doçura e despotismo.
Estavam eles inseridos num intenso prazer nessa fantasia.
Ela diz severamente:
-Quero me banhar e você, vassalo, fará o serviço que lhe cabe.
Conhecendo seus desejos, com certo temor de desagradar sua dona, ele prepara a banheira com água em temperatura agradável, morna e coloca sais de banho.
Enquanto isso, Domina o observa e inspeciona se o serviço está sendo feito a contento com um chicote na mão.
Tudo preparado, o vassalo com os olhos para baixo a avisa que o banho está pronto. Ela ordena:
-Dispa-me, serviçal!
Rapidamente, meio trêmulo no misto de temor e prazer, ele cumpre sua tarefa, resignado ao seu destino: o de agradar sua soberana.
Ele a despe e fica boquiaberto com a beleza da sua Senhora. Não era o corpo em si que mais o extasiava, mas a sensualidade que dela exalava.
-Minha Amada, minha Senhora - ele pensava.
Ela sentiu a temperatura da água. Estava do seu gosto. Ela entrou e se sentou confortavelmente na banheira. Sorriu e pensou: está valendo a pena o seu querido criado.
Enquanto isso, o vassalo aguarda a próxima ordem, em silencio respeitoso.
Ela olha para seu criado e diz:
-Agora entre nesta banheira e me ensaboe, cão!
Silenciosamente, o serviçal entra na banheira de bermuda. Não havia sido autorizada sua nudez.
Tudo ao seu tempo e conforme minha ordem - ela sempre dizia num misto de elegância e autoritarismo.
A Senhora se deliciou com o cheiro dos sais, com a temperatura da água que relaxava seu corpo e de cada toque do seu criado pelo seu corpo. Eles se deliciavam com o clima de Dominação e submissão.
Ele se comprazia em se sentir ordenado, acuado, embora fosse um alto executivo, um homem de status. Entre quatro paredes, o prazer era dela em primeiro lugar sempre.
Após o banho demorado, ela disse: me seque!
Sabendo do gosto da sua adorada, ele sai da banheira para pegar a toalha e secá-la. Ele segura a mão de sua dama, se apoia nele e ela sai da banheira.
Ele a seca cuidadosamente, até que ela pega a toalha dele para secar o rosto. Satisfeita, joga a toalha no chão, pisa firmemente para secar seus pés, cujos dedos estavam pintados de cor clara como era de hábito.
Ela veste sua lingerie preta, olha para ele e diz:
- Ande, trate de se enxugar, do que me serve você doente?!
Sim, ela se preocupava com ele, porém não tinha por hábito expressá-lo, guardava seu bem querer para si e seus desejos fora dos padrões convencionais. Ela o desejava como homem e como vassalo. Antes dele, Domina não tinha tido seus desejos e prazeres tão satisfeitos como ao lado dele.
Ele pegou do chão a toalha usada pela sua dama, se secou, tirou a bermuda e ficou de roupa íntima. Sabia que só poderia se despir, se ela assim o quisesse. Assim que se conheceram, foi difícil aceitar o jeito dela, abrir mão de sua postura de liderança, mas com o tempo, a paixão já o havia dominado. Ele sabia que o querer dela não poderia ser contrariado.
Sentada na cama a fitar o corpo dele, ardia nela os desejos os comuns entre homem e mulher e os não convencionais. Como apreciava transitar entre o baunilha e as práticas D/s.
Amantes que com o tempo se afinaram, se realizavam e se compreendiam.
Para sociedade, ele era seu namorado e na alcova mais do que homem, seu vassalo.
Como sair de tal teia?
Acaso queriam sair?
NÃO!
Ambos se sentiam satisfeitos, peças de um quebra cabeça que se encaixaram.
Ele se aproximou dela. Domina esfregou seus pés na face, no peito do seu vassalo e sorria. Ele sabia que o sorriso dela era sincero.
Ele não resistindo aos pés daquela Senhora de pele trigueira, massageou, beijou, lambeu e sugou cada dedinho. Ela sentia um prazer único em todas essas carícias.
Quando finalmente ela permitiu que ele ficasse despido, Domina desceu seus pés delicados do peito até o sexo do seu amado, que segurou firme aqueles pés soberanos e, tal como movimentos de uma transa, ele se movimentava seu sexo entre os pés daquela senhora.
Ela o olhava e se comprazia com os gemidos e com os lábios que hora e outra ele mordia. Logo, ele chegou ao orgasmo e o derramou aos pés de sua Senhora.
Justo ele, quem diria, homem acostumado a mandar, manifestar seus rompantes de autoritário, mas com ela se apresentava totalmente ao contrário.
O inverso: o prazer era aos pés da sua Domina. Às vezes, de forma literal.
Após o prazer, ela o ordenou que a limpasse e que a servisse da forma que ela mais gostava. Sedento foi em busca do sexo dela e ficava o tempo que fosse necessário, o tempo que ela quisesse para ver sua Senhora satisfeita. Como lhe apreciava ouvir sua Dona gemer....
Só após sua Senhora ter obtido seu prazer. Eles ficaram em silêncio, ela chamou para perto dela e ficaram abraçados na cama.
Agora, eram namorados, um admirando o outro de forma doce, trocando sorrisos e cafunés.
Quem diria que a vida entre quatro paredes tudo pode ser tão diferente do que é instituído?!
Assim eram a Domina e seu Vassalo, um preso ao outro por bem querer...
Felizes assim deste jeito, quem teria coragem de julgá-los?
abraçados, dormiram sossegados.

Pense nisso...

Inteligência e instinto de sobrevivência o farão seguro,
não será sua arma nem sua coragem.

domingo, 15 de julho de 2012

Rosa




Nada tem de novidade, mas uma hora nos esquecemos disso:

Não há amor sem dor assim como não há rosa sem espinho.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Retirada Estratégica

Há momentos que a melhor coisa a ser feita é ficar quieto, em silencio. Nem sempre bater em retirada é sinal de covardia e sim instinto de sobrevivência.
Acho que farei em breve, pq estou sensível demais.
é triste olhar o deserto...

terça-feira, 3 de julho de 2012

Curtas musicais e uma frase para os fakes...

"não se afobe, nao... que nada é pra já, o amor nao tem pressa, ele pode esperar em silencio...no fundo do armário..." Ele não tem pressa, pq está vindo de jegue, ordinário!
Tô com fome, não entende? Tô com pressa!
Vem logo, pleura!
pronto, falei...
suave e delicada como a minha pele sempre!
kkkkkkkkkkkkk
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"é o amor que mexe com a minha cabeça e me deixa assim, que me faz lembrar de vc e esquecer de mim"
Ahrã, já que é assim, vou fazer vc se lembrar de vc, te "pego com meu chicote de ouro e fios de nylon"...me aguarde.
Encare isso como um favor que te faço...
(risos sádicos e deboche no ar)
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Não importa se é fake, o que devemos nos preocupar é com o que esse fake faz, morô?!

Um dos males do século XXI

Jogarei palavras tal como estivesse jogando tintas numa tela e ver no que pode dar....



Não reparem, minha inspiraçao está fraca,
minha antena está com muitos chuviscos.
Isso aqui é desabafo.
Vamos lá.


Estado emocional ruim que te invade, tira o viço, o brilho dos olhos,
desejo de isolamento,
nada de contentamento,
uahhhhhhh......(bocejo)....tudo tão sonolento,

Tolices, levante-se, isso é passageiro!
Mas o tempo passa e vc nao vê esse descontenamento ir embora.
Um tormento.
A vida real está sem graça?
Vida virtual é a estratégia.

Bobagem, levante-se isso nao leva a nada, há um sol e um céu azul lá fora.

Vc está enganada,
estou melancólica demais,
deixe-me entorpecer
deixe-me no "cara livro", no orkut, no MSN, no chat um pouquinho mais...

Não, isso não é certo!
O que acontece comigo?
Como posso sentir dias nublados em mim, se meus olhos enxergam que há um sol e céu de brigadeiro da janela?!
Preciso fazer alguma coisa!
Mas o que?

O que?

Vou pra um lado e para outro, mudo de estado....
....federativo, mas nao o estado de espírito?
como pode?

Não! Não posso aceitar!

Juro, tentarei arrancar das minhas entranhas a vontade de viver e investir em mim..
Caso o contrário, não quero viver por viver
na realidade, não viverei, estarei morta em vida,
só que não teria tido alguém para espalhar minhas cinzas nas águas do Arpoador.
Se for para me sentir morta em vida, desejarei ardentemente oficializar a minha extinção.

Parece dramalhão, né?

Não é, não, amigo!

Quem dera!
Isso é  vida real, é a maldita depressão!

Um dos males do século XXI.

"mas obrigado por pensar em mim" - Via Láctea - Legiao Urbana.