quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

pensamentos em comprimidos

Sinceramente, não quero ser o que esperam de mim.
Estou optando ser eu. Com meus anseios e desejos estranhos.
"Seja você".
Não quero mais camisas de força.
Espero que alguém goste de mim do jeito que sou e não o que foi construído, sem que eu aceitasse.

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Em tempos de fast food e fast Love, vou continuar apertando na tecla de que não somos apenas um corpo ou objeto de prazer do outro, somos infinitamente mais do que isso! Somos, podemos e devemos ser carne-osso-alma-sentimentos!
Vamos lutar por isso e dizer não à superficialidade!
Enfim, não se conformem ao que é posto como atual e "na moda'!
Tenho fome e quero sustança!

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Vagando por salas de bate papo, inicialmente dou muitas gargalhadas com a criatividade dos nomes dessas salas. Contudo, observando com mais calma, penso: quantos desejos inconfessáveis são carregados por aí; desejos reprimidos que vagam, assombram a mente; quanta imaginação!

Ao final, um prazer ligeiro, um suspiro longo, desliga o PC.
Veste o terno, ajeita a gravata e um sorriso para a foto de pacato cidadão.

Coisas da vida,
Vidas anônimas!

É, gente boa, como é assustador, estranho, complexo e encantador é o ser humano!

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Só escuto na rua que se o Brasil perder a copa é vergonha internacional.

Sinceramente?

Considero vergonha internacional o brasileiro votar numa pessoa que não sabe o que faz "um Deputado Federal mas vote nele e ele conta!"
E assim um palhaço conhecido se tornou Deputado.

Vergonha internacional é a desvalorização do professor, do médico, do trabalho do gari, de AINDA existir trabalho escravo no país, discriminação racial velada, desigualdade social gritante!

Daqui a 4 anos, a seleção tenta de novo!
Enquanto isso, em 4 anos, em qual direção o Brasil estará?

Sou brasileira sim, mas não sou cega.

Acorda, Brasil!
Vamos em frente.
Disse e repito: "Está mais do que na hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor"!

Aquele abraço
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Será que a vida é feita de repetições inconscientes?
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Jogo da seleção brasileira do dia 28/06/2014 - Brasil e Chi-chi-chi-lê-lê-lê

Jogo Dramático! É um festival de fazer firulas e balé no jogo. Emocionante!

Saudade do Bussunda! 1 trilhão de vezes melhor que Ronaldo Fofometro Medida Incerta.

Nervosismo: algum chileno pra fazer mais um gol contra pra "noix"?

Final do primeiro tempo, Fred sequelado das pernas e da cabeça. Um tapa na orelha do chileno. ...putz...que cara sem noção!

Cara, esse juiz foi comprado em quantas parcela...só no carne das Casas Bahia, né?

Julio César aliviando a barra da seleção! Valeu!

"O Brasil não está bem no jogo!" - valeu Pavão Bueno! 25 minutos do segundo tempo e ele fez A Descoberta! Esse cara é sagaz!

"Felipão mostra que esta não está feliz" by Pavão Bueno. Pois é, nem eu, tio.

Final de jogo: Júlio César é o caraaaa!

Alguém chama uma equipe medica pro próximo jogo.
Ai....
Infarto. ..
......

Ahhh....gente, Brasil ganhou, logo o apocalipse foi temporariamente adiado.

Ai...dor no peito. ..
Qual é seleção? !

Dois na folia

Desejo urgente, de lábios que se encontram, de mãos que buscam com certa urgência o outro, suor que se inicia, pele que se acaria, já nao sou eu, somos dois na folia.

Dia

  • E um dia, sem hora marcada, no apagar das luzes, sem nenhuma licença, deixarei de ser presença. Não vejo mais nenhuma graça, você apenas um parça de passagem, seguirei a minha viagem que não sei direito aonde termina. Vou-me embora, mas se souber quem sou, um dia, volto a te visitar, aonde tudo começou.

Desejo singelo

  • Vou dormir a te imaginar, vou dormir num frenesi de te tocar, enquanto voce escapa de forma sagaz. Vou dormir mais uma noite sem te tocar. Meu mais sincero desejo de que tenha uma boa noite e ouso a desejar que sonhe comigo, não mais como amigo, mas alguém que te espreita e te deseja. Vai, estimo bons sonhos. Ai de mim que vivo isso, ai de mim que sou tão carnal, com os desejos a flor da pele. Ai de mim, ai de mim.

domingo, 6 de julho de 2014

É preciso


Desligar do passado,
desapegar,
deixar os "ficantes e beijantes"
desligar dos "amores inventados" para passar o tempo.
Pois o tempo passa sem perdão!

É preciso olhar para frente,
caminhar, ...
buscar forças,
é preciso e precioso viver.

"Os que esperam em ti, Senhor, subirão como águia, correrão e não se cansarão".
Ajuda-me.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Olhos Clínicos

Quero expor algo bem curioso e triste do cotidiano:
Falarei sobre os "olhos clínicos". 

Os "olhos clínicos" são  estudados,  preparados em universidades, que dissecam o corpo. 
Mas não necessariamente desvendam a emoção, a alma de um indivíduo. 
São olhos trabalhados no CID 10 (Código Internacional de Doença). 
Puxa! 
Como poderia me esquecer?!
Esses mesmos olhos também são carregados de DSM (Manual Estatístico de Transtornos Mentais). 

Em um contato com os "olhos clínicos",  há uma expectativa de maneira aflita que eles sejam sensíveis, mas fique alerta: esses olhos já viram muitos corpos dissecados! 
Portanto, eles podem friamente se centrar em ver as suas reações e marcas, qual é o sintoma, buscar identificar qual a doença ou transtorno mental que o indivíduo apresenta e prescrever medicações, em sua maioria tarja preta. 

É marcada nova consulta. 

Fecha a porta do consultório e despede-se o indivíduo na: 

Expectativa. 

Ansiedade também. 

Agonia. 

Certo dia, em uma troca de mensagens entre "olhos clínicos" e "indivíduo": 

Exposição de sentimentos e atitudes impulsivas. 

- "Calma! Espere a medicação fazer efeito! "

 - Ok. 

Os dias passam.

Os sintomas continuam.

A mente continua confusa.

Preciso de fé. 

Ps.  Que fique claro que NÃO SOU CONTRA psiquiatria e o uso de medicação, quando necessário.  O que sou contra é a falta de sensibilidade, quando um indivíduo adoecido busca ajuda.  Que ninguém considere fácil uma pessoa reconhecer que precisa ajuda da Saúde Mental, ter que quebrar os "pré  conceitos" , que existem em nossa sociedade que persiste em dizer que psicólogo e psiquiatra é coisa para "maluco", é "para quem rasga dinheiro". 


domingo, 1 de junho de 2014

Olhos Insensíveis


"Eu quis o perigo e até sangrei sozinho, entenda..."

Legião Urbana


Quando o impulso de se machucar fala mais alto por alguns instantes, entenda, nem sempre é por prazer. 
Não! 
Não é masoquismo. 
É simplesmente sofrimento mudo. 
É dor física pra superar a dor emocional, a da alma. 
É uma tentativa perturbadora de desviar angústias.
Mas olhos insensíveis reduzem esse turbilhão como falta do que fazer, de sexo, de companheiro, de trabalho, de religião, e o mais cruel:  de FRESCURA!

Visão DESUMANA!

É mais fácil as pessoas aceitarem ou entenderem uma dor de cabeça, uma pressão alta, uma dor na coluna, uma fratura exposta, um infarto que uma depressão, que uma crise de ansiedade ou de pânico, por exemplo.
Para os outros é assim:
Depressão é frescura. 
Suicídio é covardia.
Tudo é julgamento. 

Insensíveis que só aceitam o que podem ver, 
que só acreditam no que é possível tanger. 
Precisam tocar em chagas. 
Como se as lágrimas, o silêncio, o olhar triste, 
a raiva, o descontrole, a agressividade repentina, 
a tristeza, a compulsão por comer, a falta de vontade de comer, 
desejo voraz de beber, 
os copos que se quebram e o grito  expressado em hora inesperada nada disso fosse real. 

Então, o que será real? 
O que será chaga? 
Será mesmo frescura tudo isso? 
Só se tornará chaga quando a dor "invisível a esses olhos" se tornar insuportável e se transformar em uma frase: "aqui jaz" numa lápide?

De qualquer maneira, 
as respostas chegam quando você passa pela experiência "invisível" aos olhos insensíveis. 


E eu volto ao esgotamento, mente confusa
A lágrima não vem...
Obrigada a você que leu.




sábado, 24 de maio de 2014

Mudanças de ares

Oi, pessoal.

Quando criei esse blog, eu sempre tive em mente que ele tinha que ser minimamente um reflexo do que sou, do meu momento.

Atualmente, estou repensando a minha vida.
Ao meu ver, a vida é dinâmica e múltipla, com várias cores e nuances.  Tudo isso se descobre em cada passo e nele emergem um pensamento novo, uma descoberta.

Por isso, resolvi dar uma repaginada no blog.  Contudo, a essência dele continuará: a de expressar tudo o que sinto, o que penso sobre os mais diversos assuntos, tais como: fetichismo, humor, fé, poesia, etc.

Agradeço a todos que visitaram esse espaço antes chamado "Domina Est".

Torço para que gostem dessa "Caminhante Reflexiva".

Um abraço apertado!

Compartilho com vocês uma música que retrata um pouco do meu momento:

domingo, 4 de maio de 2014

Minha Caminhada Fetichista - Retrospectiva

Este texto visa apenas compartilhar algumas observações, a partir da minha caminhada na estrada do fetichismo.  É uma tentativa minha de fazer uma retrospectiva de 1 aninho no fetichismo.
Quero ressaltar que não tenho  nenhuma pretensão de considerar que o que vou dizer é "a verdade absoluta"! 
Não mesmo!
Vou colocar em forma de tópicos, conforme veio à minha mente.
Isto posto, vamos "simbora" ao que interessa!
=P
 
  • Quando resolvi andar na estrada do fetichismo, vi que buscar conhecer a pessoa, independemente do lado do chicote em que ela esteja é muito bacana, proveitoso mesmo. 
  • E assim, pude fazer novas amizades, parcerias de fetiche (play partner) e até relacionamento.  Isso também ajudou a me afastar de quem não tinha afinidade.  Ter olhos e ouvidos apurados para buscar saber minimamente de quem é o outro e não cair em furadas.  Claro que precisei levar algumas saraivadas para ver que nem tudo que reluz é ouro, que títulos e pronomes pessoais de tratamento NADA irão significar, se não houver bom caráter e educação.  Infelizmente, há pessoas que usam o fetichismo para escoar o que possui de mais sombrio e cruel de si mesmo ( há nelas um certo quê de patológico.  Talvez, quem sabe, algum profissional da saúde mental possa falar mais a respeito disso).
 
  • A minha trajetória se iniciou pela internet, portanto, não posso me furtar em falar algo: a educação agradece!
  • Não é pelo fato dessa pessoa optar por ser submissa que confere direito ao outro de abordar, especialmente em um primeiro contato, de:  "verme, lixo, vadia, traste, trouxa".  Digam-me:   isso faz sentido? Será que, por estar atrás de um computador, é dado esse direito? Na boa, acredito que não.  Ser educado é um elemento básico para qualquer relação. Sei que alguém pode dizer e até esbravejar: "mas há o prazer em humilhar e ser humilhado!" Sim, existe e pratico do meu jeito! Mas o que questiono é: ainda que haja esse prazer, será que não pode conversar um pouco mais e buscar conhecer a pessoa até para ver se esse é o fetiche dela ou não?  

 Interrompemos esse texto para dizer que: 
"Se quem vê cara, não vê coração! Quem olha monitor, não sabe do outro a intenção."

Voltemos a programação "normal"...

  • E as horas passaram rápido, pois a prosa estava boa. Então, surgiu aquele momento de....
  • "quando a luz dos teus com a luz dos olhos meus resolvem se encontrar...".  Encontros aconteceram,  especialmente quando tudo começou pelo virtual.  Estratégia utilizada e super básica: local público e sempre com alguém de confiança sabendo. Como é bom quebrar o muro do "mundo" virtual e partir para o "carne e osso"!
 
  • Em falar em carne e osso....
  • #partiuprasessão! Ui!
  • A conversa continuou a fluir bem, afinidades, muitos pontos em comum, exposição de limites de ambos os lados (sim, eu mesma gostando de estar na maior parte do tempo  como como Top, também tenho meus limites, uai!) e tesão. Hummmm....
  • Pois é, entre quatro paredes, descobri que não necessariamente surgirá desejo de transar.  Pode até soar estranho para alguns, mas pode acontecer.  O prazer vai estar tão relacionado aos fetiches que não surge vontade de transar. Contudo, quando surgir essa vontade, sem pestanejar: "bota a camisinha, bota, meu amor!" - já diria o velho guerreiro!  Considero o preservativo como uma forma de cuidar de si mesmo e do outro. 
  • Juro que não entendo, que não decifrei um certo enigma:  Por que raios há Top e bottom que abrem mão da  camisinha?  e a situação se agrava quando o Top é casado e tem mais de um bottom.  Aí eu  pergunto a vocês: 
  • a) É por que gosta de viver perigosamente?
  • b)É simplesmente por confiança?
  • c) É por que apresentaram exames recentes de DST´s? e se comprometeram a fazer frequentemente esses exames? 
  • d) Nenhuma das Respostas Anteriores.  
  • Enfim, se alguém decifrar, por favor, me avise! 
 
 
  • Depois da sessão, o conforto, o carinho, a risada, a preocupação. Que coisa gostosa pode ser esse momento.  Acredito que seja para ambos os lados.  Vou ser sincera:  tive  momentos em que me senti vazia.  Então, quando comecei a entender esse cuidar foi bem legal, já sai de sessões tranquila e em outras elétrica, mas me senti bem e o parceiro também. Isso é o que importa.  =) 
 
  • Então vi, nesse meu percurso, as práticas fetichistas tem que estar afinadas ao São, Seguro e Consensual (SSC).
 
Aproveito essa oportunidade para dar algumas dicas:
 
Quando estiver  com muito desejo de conhecer o fetichismo, leia, busque grupos de estudos em redes sociais.  Há grupos bem bacanas no facebook.  Tire dúvidas, pergunte, busque blogs, questione!! Afinal, ninguém nasce sabendo! Muita coisa ainda não sei e/ou não entendi. Espero ainda aprender.
 
Por fim, quando estiver com muita vontade de se divertir com uma boa dose fetichismo, pitadas de  música, dança e bate papo:  há festas fetichistas! Adoroooo! \o/ \o/ \o/
 Quem sabe numa dessas a gente se esbarra?!

É isso aí, galera, muito obrigada por tudo!

Aquele abraço de ursa!








domingo, 2 de março de 2014

Ponte ( O fetichismo continua )

e  apesar  do  desejo
de   fugir de  voce,
  ao  final,  atraves  do  age  play,  nos  encontramos.
ponte fetichista,

eu  te  quero.

Anterior  ao sexo,  ao  tocar  das  suas  maos  sobre  meu corpo,
um  bem  querer  ja  estava  em  mim.
Nao  mais  fugi,  fazer  o  que?
com  o  age  liberou  o desejo  de  forma  assustadora assim!

fetiche  ponte nos  aproximou.

e  agora  o que  sou?

Domme?
sub?
Swicher?

fetichista  certamente.

Assim,  te  encontrar desperta a  vontade  de  desfrutar  da  sua  presenca e  do seu prazer.

(aos  mais  ortodoxos  com  a gramatica, meus  pedidos  de  perdao,  o touchscreen nao me  deu  boas escolhas)